Arquivo de Maio de 2005
It is rare that in your Death Year an actual death will occur, for it signifies transformation rather than termination - a time to shed old skin for new growth. Following a Hanged Man Year in which you faced whatever was hanging you up, now you are liberated, often resulting in a new surge of energy. You cut through stagnation to get to the things that work for you. By trimming off the dead branches and dying aspects of your life, you allow all the lifeforce to flow into the healthy parts so that they can spring forth with new energy. Whatever is destroyed this year makes way for new life.
While you may experience feelings of being dismembered, you will find yourself getting down to the bare-bones scaffolding of your life or of a creative project. Once you’ve gotten rid of all that’s unnecessary, what’s left is something you can really trust and believe in. With nothing to block them any longer, your creative energies are set free to explore new possibilities.
So the Death Year is actually a year of great vigor, liberated from inadequate forms. Since Scorpio is the corresponding sign, you have the drive to plunge deeply into investigating hidden things, to do research, or to be involved in some underworld schemes. You might court danger, enjoying the thrill of living close to the edge. Having the ability to merge totally with something else means that your experience will be deeply transformative. Your sexual experiences likewise can be ones in which you lose your sense of self in merging with the other - what in Elizabethan times was know as the “little death”. You are passionately aware of life and love, but can also become jealous and possessive; if so, beware - for what you try to possess may be wrenched away even more painfully. The question you need to ask yourself in a Death Year is: “What needs to be cleared away so that new growth can surge unhampered?”
– Mary K. Greer.Tarot Constellations. 1987. Newcastle Publishing Co. Inc.
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Meu ano da morte deveria ter começado oficialmente na semana passada. Se no dia 04 (dia do acidente) foi uma amostra do que será esse ano, pretendo não sair da toca.
25 de Maio de 2005 às 22:54
JuPisa

Little Monsters - Originally uploaded by Snapatorium.
Tem uma colecionadora de fotos antigas no Flickr que eu adoro visitar. Ela encontra as fotos em vendas de garagem, mercado de pulgas, até em lixos por aí.
Sempre fico pensando nas pessoas das fotografias. Por que elas jogaram aquela foto fora? Ou foi apenas um acidente a foto ter ido pro lixo?
Algumas fotos eu perco um tempão olhando e imaginando toda uma história para aquele momento, sabendo que aquele é apenas um pequeno fragmento da história de alguém. Fico encaixando todas as coisas que se vê na foto dentro do enredo.
Nunca escrevi nenhuma dessas histórias, e nem sei se um dia terei paciência para isso, mas é tremendamente divertido ficar observando as fotos e montar os personagens e os acontecimentos que culminariam em uma determinada cena.
E agora ela abriu um pequeno “contest” para que as pessoas escrevam a melhor legenda para a foto.
24 de Maio de 2005 às 13:53
JuPisa
Finalmente saiu um programa decente para postar do palm:
u*Blog 1.0 e ainda é freeware!!
às 11:00
JuPisa
Tenho que aprender a não decidir nada antes de realmente comprar.
Eu disse que ía comprar cadeiras de praia, né?
Pois é, ao invés disso, eu comprei uma mesa, 4 cadeiras e um banco.
Ficou tão bonitinho! Se estivesse com a minha máquina digital, colocava uma foto aqui…
23 de Maio de 2005 às 14:59
JuPisa
Sabe, de vez em quando eu me sinto um alienígena. Parece que todo mundo tem um assunto legal para conversar. E todos em volta sabem sobre o que é a conversa e participam. Enquanto eu nem faço idéia sobre o que estão falando.
Alguns exemplos:
- Programação de TV aberta. Pânico na TV, seriado da Globo, novela.
- Futebol. Desde jogos, times, jogadores a técnicos.
- Vida de celebridades. Quem morreu, quem casou, quem separou.
- Música. As bandas novas mais legais, os shows que rolam, etc.
- Star Wars. Quem é quem, quais as naves, os jogos, etc.
Eu moro em outro planeta, né? Ou sou autista.
Não é possível ser tão ignorante a respeito de tantos assuntos!
20 de Maio de 2005 às 15:17
JuPisa
Eu acho taxonomia (classificação) uma coisa chata. Mas a origem dos nomes científicos (e principalmente dos nomes vulgares) são divertidas.
Alguns exemplos:
A erva-mate chama Ilex paraguasiensis, por que o Naturalista francês que coletou a planta, enviou para um Museu na França com outras amostras. Por um engano de etiquetas, a erva brasileira foi considerada idêntica à do Paraguai e ganhou o nome de Ilex paraguariensis.
O cajuí, ou caju-do-campo (comum em cerrado) foi chamado de Anacardium humile porque tem a forma de um coração invertido, e humile, que significa aquilo que está no chão, humilde, por sua pequena estatura. Naquela época não sabiam que o caule subterrâneo dessa árvore pode chegar a 45m de profundidade, o os “arbustinhos” que se vê saindo da terra na verdade são ramos da copa.
Outra legal é o maracujá. Sempre achei que “passion fruit” fosse algo com conotação sexual. Mas foram os jesuítas que usaram a flor do maracujá (Passiflora edulis) para catequisar os indios, com a Paixão de Cristo:
Associaram as cores com as belas flores do maracujá aos vermelhos e aos roxos utilizados nos rituais cristãos da Semana Santa. Além das cores, a coroa floral transformou-se na própria imagem da coroa de espinhos com que Cristo foi crucificado; os três estigmas da flor passaram a ser os três cravos que o prenderam na cruz; suas cinco anteras estariam representando as cinco chagas de Cristo; as gavinhas eram vistas como os açoites que o martirizaram; e o fruto redondo era a representação do mundo que o Cristo veio redimir.
Mas o mais divertido é o da barba-de-velho (Tillandsia usneoides). Planta comum nos pântanos da Flórida:
The plant has had many names. To native Americans, the plant was known as “tree hair”, which the French turned into “Barbe espagnole” or “Spanish beard” — an insult to their bitter rivals in the New World. The Spaniards in turn called the plant “Cabello frances” or “French hair.” The milder taunt, “Spanish moss” has survived. “Graybeard” is another common name.
Pena que geralmente os nomes científicos são sempre elogios ou homenagens. Se fossem como os nomes vulgares seria bem mais divertido.
19 de Maio de 2005 às 14:46
JuPisa
Fiquei pensando o dia todo sobre um assunto para postar aqui.
O que será que desperta a nossa atenção sobre um determinado assunto?
De qualquer forma, não é um assunto a ser abordado hoje, já que nada de interessante me ocorreu.
18 de Maio de 2005 às 18:11
admin
Lembram das cadeiras que estava pensando em comprar?
Decidi.
Serão cadeiras de praia. Não são ideais para uma varanda com piso frio, mas será o melhor custo-benefício entre conforto e preço.
Além disso, será muito útil para tomar sol aos finais de semana de manhã. Mas se vc contarem para alguém que eu tomo sol na varanda, eu nego tudo!!!
17 de Maio de 2005 às 17:50
JuPisa
Qualquer um pode ser inteligente, basta você saber o critério certo a usar…
Falando com o Dani sobre o post anterior, ele me passou uma frase:
“Há muito me convenci de que a capacidade que um homem tem de suportar ruído está na razão inversa da sua inteligência.”
A. Schopenhauer
Sobre o post em que admito que sou chata, pois tenho ódio de um monte de coisas e pessoas que eu nem conheço, o Gu comentou que leu em algum lugar que essa é uma caracteristica de pessoas inteligentes.
Tão vendo? Sou um gênio e não sabia!!!
16 de Maio de 2005 às 15:52
JuPisa
Descobri que uma das coisas que mais me incomodam é a invasão do meu espaço sonoro.
Acho uma tremenda falta de respeito e me irrita MUITO.
Odeio escutar músicas que eu não quero. Não gosto de conversar em filas. TODO lugar que a gente vai tem ou um rádio, ou uma TV ou um monte de gente falando alto.
Esse final de semana tive que aguentar no sábado à noite (até bem tarde na madrugada) o show do Centro de Tradições Nordestinas. E no domingo de manhã fui acordada por um show de Heavy Metal (às 9:30!) de um dos palcos da Feirinha da Pompéia.
Inferno! Qual é o problema do silêncio?!
Será que sem barulho não existe diversão?
às 12:05
JuPisa
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