Arquivo de Junho de 2005
Agora tenho um computador só meu: um pretinho básico da Dell.
Todo mundo tem que ter um pretinho básico, não é mesmo?
Agora as janelas ficam como eu gosto, as fontes que eu preciso estão instaladas, os programas que eu quero estão lá, os ícones do desktop são meus. Pode até ser frescura, mas acho computador uma coisa tão pessoal, com tantas opções de customização, tão individuais! Como se compartilha isso?
Sem falar em poder usar o computador ao mesmo tempo que o Gu (e não ter que alternar a vez) o que é essencial numa casa onde a população de equipamentos eletrônico supera de longe a de seres vivos! Nós dois gostamos, nós dois usamos bastante. Já estava na hora, né?
Acho que até o “elder pc” está mais feliz. Eu sempre tive uma suspeita que ele não gostava de mais de um usuário. Ele começava a ter comportamentos estranhos quando o outro passasse a mexer repentinamente (antes de um reboot). Travava, não reconhecia cartão de memória, fechava programa na cara, esse tipo de desaforo. Agora eles estão felizes, os dois se falam pela rede, trocam arquivos e tudo! Uma beleza!
Estou aqui com o meu pretinho básico L-I-N-D-O, me achando a mais poderosa, já que ele é meu, TODO MEU!
24 de Junho de 2005 às 20:06
JuPisa
Esse é mais um item da minha longa lista de implicâncias.
Sempre tem alguém que pede para fechar a janela, ou desligar o ventilador para não “pegá friage”.
Nunca ouvi friagem ou vento. É sempre “friage” ou pior “friaji” ou ainda “arage”.
Grrr…
16 de Junho de 2005 às 17:02
JuPisa
Outro dia estava reparando na coerência de certas propagandas por aí.
Três delas me incomodam profundamente:
1. De um iogurte ou algo similar que começa com
“Engordar e emgrecer. Engordar e emagrecer de novo. Não é bom. Bom é estar sempre em forma.”
Quem fez esse texto, Meu Deus?!?! Poderia ser substituído por “Ser pobre e doente é ruim. Bom é ser rico e saudável”
AHhhh Vá!!!!
2. A do garçom de churrascaria que perde o emprego por que lançam o caldo quando ele chega na Picanha e a churrascaria fica vazia. Aí ele vira Cantor de Churrascaria.
Essa até faz mais sentido, por que ninguém nunca presta atenção no coitado do cantor de churrascaria, então tanto faz o restaurante estar cheio ou vazio…
3. Neutrox: ela só é ruim. A música é péssima, a “história” é triste, mas o pior é que tem a do número 3, do 4 e do 5. Espero que acabe aí. Vou ter convulções se chegar no “Neéeeuutroooxxx triiiiinnnta e ciiiinco…”
E a publicidade Brasileira é uma das melhores do mundo… Brrrr… imagine as piores..
15 de Junho de 2005 às 09:37
JuPisa
Mais alguém já assistiu? Alguém que não leu assitiu?
Queria saber se só eu me decepcionei. Achei que começou bem como uma homenagem muito legal, depois eles perceberam que já tinha sido mais de meia hora de filme e nada tinha acontecido e sairam correndo com as melhores tiradas do livro, no menor espaço de tempo e inventaram uma trama (já que no livro mesmo não há objetivo algum) e de repente o filme acaba.
Mas adorei os personagens! O Arthur, o Ford, o Zaphod, o Slartbartfast, e os vogons! A Trillian me decepcionou um pouco, mas nem no livro eu gostava muito dela, sempre achei meio sem graça.
Eu gostava mesmo era do Marvin, que aliás, está ótimo.
O resultado final é… hmm… almost completely but not quite uncool..
7 de Junho de 2005 às 15:01
JuPisa
Agora que não sou mais obrigada a ficar na frente do micro o dia todo, até esqueço de atualizar o blogue. Mas eu estava aqui, fazendo um pequeno frila e pensando como é bom poder trabalhar em casa, na sua cadeira, no seu micro, com o seu banheiro por perto e com cachorrinhas e etc.
Estava feliz nesse pensamento quando vi que a cachorrinha preta está aqui embaixo da mesa. Aproveitei para fazer uma massagem de pé nela.
Ela adorou! Se espreguiçou, suspirou e soltou um daqueles peidos bem fedidos!
Tão bonitinha
3 de Junho de 2005 às 20:55
JuPisa
Pois é, sou mais uma desempregada procurando novos desafios no mercado de trabalho. Pelo menos agora eu contribuo de alguma maneira para o país: engrosso as estatísticas de desemprego.
Relutei bastante para escrever aqui a minha nova “situação”, por vários motivos, entre eles:
- Não quero que sintam dó de mim. Todo mundo sente dó de alguém que pára de trabalhar. Seja por opção ou por demissão.
- Não quero ouvir “agora que vc não está fazendo nada…” (sim, já ouvi, e não foi de uma pessoa só).
- Não quero ficar contando o que aconteceu, então segue o resumo: Eu não estava feliz no emprego (há um bom tempo) e não exatamente me esforcei para esconder isso. Eles só tomaram a iniciativa. Ah, foi na quarta passada.
Estou impressionada como estou fazendo coisas essa semana! Desde segunda acordo todo dia às 7hs, faço coisas o dia todo e ainda sobra para o outro dia! Tem que fazer comida, terminar o trabalho de bióloga, dar uma arrumadinha na casa, passear com as cachorras, procurar vaga no Catho, mandar curriculo, etc. Não acaba nunca! Essa semana eu trabalhei mais em casa que o mês passado inteiro. Pena que não paga, por que cansa até mais!
E junto com emprego já se foram 2 quilos. Dá o que pensar, né?
1 de Junho de 2005 às 22:08
JuPisa