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O Leandro anda revoltado com conceitos que as pessoas não entendem ou usam erroneamente.
Ele já falou sobre hipocrisia, Inveja e o último foi preconceito, onde fiz um comentário que achei que valia um post aqui só para desopilar o fígado mais uma vez (hoje estou precisando de válvulas de escape):
Outro conceito mal-entendido. A gente deveria criar uma ONG para ajudar esses pobres termos incompreendidos e mal utilizados.
E esse é dos mais fáceis - PRÉ-conceito: Conceito formado ANTES de se conhecer algo.
Se vc não conhece MPB e não gosta, é preconceito, concordo.
Se vc ouviu algumas músicas, e consegue identificar o estilo quando tocam uma que vc ainda não ouviu, vc já CONHECE MPB.
Se vc conhece MPB e odeia, vc fala com conhecimento de causa.
Mas se vc odeia TUDO em MPB, vc está generalizando.
Como a gente também não pode generalizar, nunca mais poderemos discordar de nada, até por que senão é inveja, né?
ODEIO O MUNDO. Acabei de sentir isso…
7 de Agosto de 2008 às 17:01
JuPisa
Pros
- Vejo as cachorras
- Como a minha comida, no meu prato, com o meu talher
- Não pego fila em restaurante nem escuto música ambiente ou conversas bizarras
Contras
- Tenho que preparar a minha comida, lavar o meu prato e o meu talher
- Tem cachorro pedindo comida durante o almoço
O balanço ainda é extremamente positivo. A única coisa que me impede de fazer isso TODOS os dias é que, para dar tempo, preciso deixar a comida pronta para a semana toda. E ter que decidir no sábado ou no domingo o que comer a semana inteira não dá muito certo…
5 de Agosto de 2008 às 13:41
JuPisa
Minha vida agora será sem alegrias:
- Sem cigarro
- Com regime
- Com ginástica
A idéia é tentar compensar isso com roupas novas e mais agilidade, e pode até ser melhor para mim a longo prazo, mas no curto prazo recomendo distância…
18 de Junho de 2007 às 12:01
JuPisa
Odeio me sentir manipulada. Se quiser me manipular é bom que seja uma coisa bem feita, por que se eu perceber é ódio mortal eterno.
Terça e quarta passei por duas situações de manipulação.
A primeira foi o filme do Al Gore (An Inconvenient Truth, 2006 ). Eu realmente queria ver. Achei que seria uma consciência americana se levantando e falando o que deveria ser falado. Mas foi só campanha política com um um pouco de catastrofe movie junto. Manipulação descarada, de “vote nos políticos que tenham consciência ecológica”, “recicle”, blá blá blá Nem UMA única linha sobre petróleo. NADA!
Aí fui fazer um entrevista / teste numa empresa. Estava achando estranho tanto elogio, o cara que me entrevistou era meio esquisito, falando que tinha certeza que eu ficaria, dizendo que precisava das pessoas dos lado dele, que como líder precisava de apoio, uma papo estranho também sobre confiança, que não era para sacanear (isso deveria estar implicíto, certo?). As pessoas pareciam divertidas e até a empresa parecia interessante. Fiquei achando estranho, mas tudo bem, vamos ver, né?
Não consegui terminar o “teste” na terça, o cara (ex-futuro-chefe) pediu para eu ir na quarta para terminar. Ok.
Aí comecei a perceber que algumas coisas que não encaixavam:
- Como eles queriam contratar mais alguém se não havia um lugar a mais na sala?
- Um dos caras ía sair de férias
- O teste estava mais para treinamento do que para teste
Me pagaram o almoço e na conversa que veio em seguida fiquei sabendo o que tinha de errado. Na terça a conversa era para ganhar R$ 2.000,00 CLT, aí o ex-futuro-chefe veio com papo de que não conseguiu negociar a contratação, mas para eu não “perder o tempo investido”, ele tinha conseguido para mim que eu cobrisse as férias do cara por R$ 1.200,00.. E aí, se eu me empenhasse e trabalhasse bastante, ele poderia - talvez - conseguir me contratar.
Fiz cara de paisagem e falei que dava uma resposta na segunda.
Ai ele viu que a manipulação dele havia falhado e começou a se desesperar e pressionar:
- Não posso esperar até segunda.
Cara de paisagem.
- Vc precisa me dar uma resposta hoje por que o cara está saindo de férias.
Cara de paisagem.
- Eu cancelei outros testes por que investi em vc!
Cara de paisagem.
- O que vc me diz então?
- Dou uma resposta na segunda-feira.
A cara de ódio e inconformidade dele foi impagável! 
Além de filha-da-puta folgado, é burro para caralho para fazer manipulação e não tem planejamento algum!
12 de Outubro de 2006 às 18:35
JuPisa
Tem dia que as pessoas acham que vc quer fazer novos amigos.
Ontem foi um dia desses.
Na fila do banco, uma moça da fila começou a me contar dos problemas do seguro do carro dela e pediu para eu guardar o lugar enquando ela ía logo-ali, fazer-não-sei-o-quê.
Assim que ela sai o guardinha do banco puxa conversa: Esse pessoal que pede para guardar lugar é uma coisa, né?! é..
Ela volta e começa com o ai-hoje-eu-estou tão-doida…
Depois o caixa do banco começa a me contar que trabalhou na agência que tenho conta, mas que deve ter saído de lá antes de abrir a minha e me explicou o funcionamento da numeração de contas bancárias por agência.
Esperando o elevador e um absoluto desconhecido começa a reclamar sobre pessoas que seguram o elevador. Que falta de consideração. Ainda mais quando tem um que está parado. Mesmo quando não está..
Preciso urgentemente rever minha expressão de “não quero fazer amigos ou ouvir papo furado”
7 de Julho de 2006 às 14:11
JuPisa
Minha mãe foi em umas reuniões de budismo uma época. Ela desistiu quando ouviu o depoimento de uma moça:
O Busdismo me ajudou muito! Semana passada eu capotei o carro pela sexta vez, mas não fiquei nervosa! Graças ao budismo.
Depois da semana inteira com o site dando problemas, estou como a moça.
Nem fico mais nervosa. E nem precisei virar budista para isso.
19 de Maio de 2006 às 14:15
JuPisa
Alguém já pegou um trabalho amaldiçoado? Estou com um nas mãos há duas semanas.
TUDO deu errado. Parece que quanto mais a gente confia que vai dar certo, dá um erro diferente.
E hoje até o provedor onde está hospedado caiu. Um provedor americano, que a gente achou que dificilmente daria problemas.
Será que padre benze site?
às 11:59
JuPisa
Mulheres são complicadas.
Eu sei por que vivo com uma (eu mesma, antes que alguém pense bobagem).
Para falar a verdade, acho que nem mesmo mulheres sabem bem o que acontece com elas.
Eu não sei, não faço a mais vaga idéia de como funciona a mente feminina.
De vez em quando eu tenho um ataque de raiva compulsiva que culmina numa crise de choro daqueles de ” a vida não tem sentido” (esse foi um ataque recente, por isso o exemplo). Ou então eu consigo me convecer que devo fazer alguma coisa pelo motivo mais idiota. E pior: eu acredito no motivo! E depois me sinto uma besta por ter acreditado numa mentira tão deslavada que eu mesma criei.
Hmm.. eu preciso pegar esse doce com 567 Kcal, por que…. er…. hã…. Ah! Por que eu comi salada antes e as fibras vão ajudar a absorver a gordura, então não deve engordar tanto, certo?
sim, claro, é verdade… li isso em algum lugar…
Ou então a gente se sente sozinha, abandonada, sem ninguém por perto e naquele momento bate um desespero absoluto, irracional. A gente não racionaliza, reage (e geramente - mas nem sempre - faz bobagem).
Por que?
Não sei. Mas acontece.
Não vou cair no “mulheres devem ser admiradas e amadas como são, e não coompreendidas”. Aliás, isso é uma tremenda bullshit. Mulheres são pessoas como todo mundo e que surtam de vez em quando.
Juro que eu gostaria de enteder essas tempestades que a gente mesma cria e não consegue sair, mas no momento estou feliz de aceitá-los como um fato da vida.
Nessas horas fico pensando como é ser homem. Primeiro sem saber como é um ataque hormonal (é uma experiência… digamos… única) e conseguir viver de uma maneira tão absolutamente racional.
8 de Maio de 2006 às 22:20
JuPisa
Esse é mais um item da minha longa lista de implicâncias.
Sempre tem alguém que pede para fechar a janela, ou desligar o ventilador para não “pegá friage”.
Nunca ouvi friagem ou vento. É sempre “friage” ou pior “friaji” ou ainda “arage”.
Grrr…
16 de Junho de 2005 às 17:02
JuPisa
Descobri que uma das coisas que mais me incomodam é a invasão do meu espaço sonoro.
Acho uma tremenda falta de respeito e me irrita MUITO.
Odeio escutar músicas que eu não quero. Não gosto de conversar em filas. TODO lugar que a gente vai tem ou um rádio, ou uma TV ou um monte de gente falando alto.
Esse final de semana tive que aguentar no sábado à noite (até bem tarde na madrugada) o show do Centro de Tradições Nordestinas. E no domingo de manhã fui acordada por um show de Heavy Metal (às 9:30!) de um dos palcos da Feirinha da Pompéia.
Inferno! Qual é o problema do silêncio?!
Será que sem barulho não existe diversão?
16 de Maio de 2005 às 12:05
JuPisa
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